Consulta Médica

 

Na consulta médica, o atendimento oftalmológico pode incorporar várias áreas de diagnóstico e tratamento:


Clique nos títulos abaixo para ler mais detalhes a respeito de cada item:

 
1Campo visual computadorizado
Exame fundamental para detecção e controle do glaucoma, muito útil para determinar a presença de certos tumores intracranianos, estabelecer condutas para fotocoagulação, para renovação de habilitação de motorista junto ao Detran.
2Curva tensional diária
Em muitas condições glaucomatosas, mostra-se muito útil para avaliar variações da pressão intraocular ajudando a determinar se tais variações podem estar produzindo danos ao nervo óptico.
3Fotografia estereoscópia do nervo óptico
Considerado o exame “padrão” para registrar os primeiros danos provocados ao nervo óptico na vigência do glaucoma, estas fotos em 3D dão ao oftalmologista registros seqüenciais da evolução desta grave doença ocular.
4Prova de sobrecarga hídrica
Cada vez mais este teste de provocação do aumento da pressão intraocular, vem ganhando maior destaque no diagnóstico precoce do glaucoma. De forma rápida e confortável, em questão de minutos, o oftalmologista pode verificar o potencial de um paciente desenvolver a doença e estabelecer a conduta adequada.
5H R T (Heidelberg Retina Tomography)
Esta tomografia da cabeça do nervo óptico tornou-se um elemento importante para se avaliar a quantidade de suas fibras nervosas e avaliar a profundidade da escavação glaucomatosa. Um teste rápido e eficiente de se registrar as condições do nervo óptico ao longo da evolução da doença, permite alterar a terapêutica de imediato quando as alterações se fazem presentes, até mesmo antes de se manifestarem no exame de campo visual.
6Fundoscopia
O oftalmologista é o único especialista que consegue, através de uma exame de fundo de olho, observar alterações da retina, sistema vascular e da cabeça do nervo óptico e detectar pouco mais de 100 doenças sistêmicas, dentre as quais hipertensão arterial, tumores cerebrais, nefropatias, diabetes, etc. A partir dos 40 anos é recomendável este exame de forma anual, principalmente em pacientes alto míopes, diabéticos, em uso de diversos medicamentos que podem trazer prejuízos para a mácula, como os antimaláricos.
7Gonioscopia
Permite avaliar as condições do trabéculo, região situada na câmara anterior do olho e por onde se escoa o humor aquoso. Dependendo da maior ou menor abertura do ângulo camerular, o oftalmologista classifica o tipo de glaucoma do qual o paciente é portador. E redobra os cuidados naqueles casos de ângulo estreito, que podem desencadear crise de glaucoma agudo. Este tipo de anatomia do ângulo exige cuidados extras para se evitar tais crises, que podem levar até a cegueira em questão de poucos dias.
8Microscopia Especular
Exame importante para checar as condições da córnea e, principalmente, da população endotelial. Ao nascimento, este endotélio possui algo em torno de 4.000 células / mm2. E na faixa dos 80 anos, tal número cai para 1.500. Em muitas situações patológicas estes números podem estar completamente alterados e a microscopia vai permitir se estabelecer cuidados na hora de uma cirurgia intraocular, principalmente catarata e glaucoma.
9Paquimetria
Medida da espessura da córnea, é fundamental para a indicação de cirurgias refrativas a laser. Córneas muito finas, desaconselham a cirurgia de miopia ou hipermetropia. Córneas com espessuras variáveis ao longo de sua superfície, também pode ser sugestivo de ceratocone. E importante: na avaliação de pacientes predipostos para desenvolverem glaucoma, córneas finas mascaram pressões obtidas com o tonômetro de Goldmann. Se este der uma pressão normal, mas a córnea estiver com espessura menor que 490 micra, a pressão intraocular verdadeira será muito maior
10Topografia da córnea
Para diagnóstico de ceratocone e eventual indicação de lentes de contato esclerais, crosslinking ou até mesmo transplante de córnea, uma avaliação da superfície da córnea é imprescindível. Com a topografia se torna mais fácil calcular a potência de uma lente intraocular em casos de pacientes já previamente submetidos à cirurgia refrativa, principalmentes as antigas técnicas de ceratotomia radial e que agora se defrontam com a necessidade de se operarem de catarata.
11Teste de Amsler
Permite ajuizar sobre as dismorfopsias provocadas pela presença, mesmo incipiente, de degeneração macular relacionada a idade (DMRI), além de poder mensurar a sua evolução.
12Teste de Ishiara (alterações visuais para cores / daltonismo)
Recomendado para se estabelecer os casos de daltonismo e avaliar o grau de comprometimento da percepção de cores.
13Teste de Schirmer e outros testes para diagnóstico de "olho seco"
Inúmeros recursos permitem identificar o grau de falta de lágrima e saber da maior ou menor gravidade da Síndrome de Olho Seco
14Biometria Ultrasônica
Teste muito importante para se medir o comprimento axial dos olhos quando uma catarata em estágio extremamente avançado impede que o IOL Master obtenha esta medida.
15IOL Máster - Zeiss
Um dos recursos mais modernos para se estabelecer as medidas do globo ocular e calcular o grau do cristalino artificial a ser implantado após a remoção de uma catarata.
16YAG - Laser (capsulotomia, iridotomia, etc.)
Recurso para se fazer a discisão da cápsula posterior, ou catarata secundária, quando esta membrana começa a se opacificar de forma secundária. Além desta indicação, o Yag também pode ser usado para realizar iridotomias, cortar fibroses, etc.
17Retinografia digital
Este exame permite registrar alterações retinianas, vasculares e do nervo óptico, e estabelecer condutas clinicas ou cirúrgicas com maior precisão do que apenas baseado pela oftalmoscopia direta.
18Biomicroscopia de fundo de olho
Exame realizado com a ajuda da lâmpada de fenda, possibilitando estudos detalhados de todo o segmento anterior, desde a córnea, iris, cristalino até a retina, com ajuda de lentes especiais, de Goldman ou Volk.
19Diagnóstico e tratamento de DMRI
A avaliação clinica da retina é fundamental para se estabelecer diagnósticos de DMRI, buraco macular, edema cistóide de mácula e outras alterações e, desta maneira, indicar os tratamentos mais adequados para cada situação.
20Doenças de Retina e Vítreo
Com a longevidade da população aumentando a cada década, muitas alterações de envelhecimento da retina e do vítreo tendem a se tornar mais presentes no dia-a-dia deste importante grupo da sociedade mundial. O acompanhamento regular deste grupo etário pode, em muitos casos, permitir o diagnóstico precoce de tais alterações e, consequentemente, seu tratamento.
21Mapeamento de retina
Em certas situações muito peculiares, o mapeamento poderá ser realizado visando a facilitar o manuseio do olho em casos de necessidade de se fazer fotocoagulação ou de uma cirurgia de deslocamento de retina, marcando préviamente as áreas comprometidas pela patologia de que o paciente é portador.
22Motilidade ocular (avaliação e tratamento de estrabismo)
Estrabismos, falta de convergência ocular, distúrbios diversos de motilidade ocular exigem um diagnóstico preciso pois podem ser apenas causados pela presença de algum vício de refração ou por diabetes, distúrbios neurológicos, ou mais graves, presença de tumores intracranianos.
23Plástica Palpebral
Ptoses e outros distúrbios palpebrais exigem cirurgia para sua correção. Alguns imaginam que a indicação seja apenas cosmética quando na verdade, quando estes distúrbios provocam redução da qualidade da visão e exigem a cirurgia corretora.